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segunda-feira, julho 25, 2005

Última chamada dos heróis
Os 28 jogadores que fazem parte do grupo escolhido por Adriaanse desfilaram para os primeiros aplausos da época. A iluminar o caminho havia o fogo de uma festa que o FC Porto espera repetir no final da época.



O treinador encarregou-se da distribuição e fê-lo segundo critérios técnicos: os jogadores estão agora repartidos por posições, de acordo com o sistema clássico. Os pontas-de-lança são todos noves, os extremos-direitos são todos setes, etc, etc

O método talvez denuncie o mestre. Ou não. A tendência já demonstrada por Co Adriaanse para a linguagem técnica - nas conferências de Imprensa, costuma referir-se às posições oito, dez, sete, etc. - foi transposta para as camisolas da equipa, que, como não podia deixar de ser, desta vez fugiram ao leilão pelos jogadores. O holandês chamou a si a tarefa de as distribuir e, à semelhança de tudo o que se lhe tem visto, fê-lo com critério, entregando os números de acordo com a distribuição clássica dos jogadores em campo, daí resultando um onze que, aparada uma ou outra excepção, soa verosímil, depois de conhecido o apreço que o técnico ganhou pelo rendimento de Hélder Postiga. Mas há muito mais ilações a tirar.

É claro que chamar a este o onze titular seria forçar uma conclusão, porque, apesar de tudo, há dúvidas num lugar ou outro. Na esquerda da defesa, o cinco foi dado a Leandro, mas Nuno Valente tem sempre de ser entendido como tendo, no mínimo, hipóteses repartidas de ser titular. Por outro lado, Adriaanse permitiu que dois jogadores - Jorge Costa e Baía - mantivessem os números tradicionais, embora o primeiro tenha sido pouco utilizado durante o estágio (noventa minutos em quatro jogos), o que indicia uma mudança naquela que costumava ser a ordem das coisas no FC Porto.

No entanto, dado que também os suplentes estão divididos por posições, ficam claras as ideias que Adriaanse tem para cada jogador. Por exemplo, Paulo Assunção é tido como alternativa a Lucho; Bosingwa é um dos laterais-direitos; Jorginho está mesmo classificado como extremo-direito e Diego discute com Postiga o lugar nas costas dos avançados.

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