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sábado, outubro 16, 2004

Contra histeria colectiva

Depois de terem denunciado que nem sempre "é fácil resistir à vertigem dos microfones e à volúpia das câmaras", os três elementos da comissão executiva (CE) da Liga que ontem deram uma conferência de imprensa, na sede da Liga, recusaram-se a ser "cúmplices" com a "criação de climas de histeria colectiva".

Sobre as origens deste caso, o director-executivo, Cunha Leal, remeteu tudo para os regulamentos e para a C. Disciplinar e não se mostrou sintonizado com António Duarte, elemento da CE. Enquanto admitia não saber se uma requisição de bilhetes podia ser feita oralmente, Duarte era peremptório na emenda: "Se é requisição, tem de ser num suporte escrito".

Ainda se ficou a saber que estão garantidas condições de segurança para o jogo e que FC Porto e Benfica enviaram faxes para a Liga sobre este caso, tendo o clube portista afirmado num deles "não pactuar com este tipo de irregularidades".

A Liga desconhece a existência de qualquer requisição de bilhetes dos dragões.


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