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sexta-feira, setembro 03, 2004

Pinto da Costa fala de «situação imoral»

Um dos temas centrais da reunião do G-14, realizada ontem no Estádio do Dragão, prendeu-se com a cedência dos jogadores às selecções. A questão havia sido levantada recentemente pelo presidente do Valencia, que, recorde-se, viu-se privado de Ayala durante 80 dias. O defesa-central argentino regressou lesionado e esse foi mais um tónico que espoletou o reacender da discussão.

À chegada ao Estádio do Dragão, e antes de começar a receber os ilustres convidados, Pinto da Costa mostrou solidariedade com o seu homólogo espanhol e afirmando-se indignado com a forma como as Federações tratam os clubes. "É com grande indignação que vejo a forma como as federações tratam os clubes. Usam os jogadores indiscriminada e indevidamente e nem os seguros lhes pagam. Quando se lesionam, são os clubes a pagar. É uma situação anormal e imoral!"

Em relação ao caso do FC Porto, Pinto da Costa também é crítico: "Achamos injusto aquilo que está a acontecer. Os clubes pagam, e bem, aos jogadores, e depois não os têm. É uma coisa perfeitamente inadequada à verdade e justiça do futebol." O presidente portista reclama diálogo com a FPF, coisa que "não tem acontecido", e dá um exemplo prático de como o seu clube está a ser prejudicado. "O nosso treinador ainda não conhece o Hugo Almeida. Ele esteve nos Jogos Olímpicos, chegou, mas já foi embora outra vez."

Record.pt

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